A Secretaria Especial de Educação a Distância (SEED), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), em meados da década de 1990, a Educação a Distância foi vista, comumente, como um paliativo utilizado para atender, em determinados momentos, demandas específicas que se constituíam, geralmente, de estudantes excluídos do sistema regular de ensino.
A SEED foi criada, em 1996, com a missão de atuar como agente de inovação dos processos de ensino-aprendizagem, fomentando a incorporação das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e da educação a distância aos métodos didático-pedagógicos das escolas públicas.
Entre os objetivos da SEED, destacam-se, os que seguem: formular, fomentar e implementar políticas e programas de educação a distância (EAD), visando à universalização e democratização do acesso à informação, ao conhecimento e à educação; fomentar a pesquisa e a inovação em tecnologias educacionais, por meio de aplicações de TICs aos processos didático-pedagógicos; desenvolver, produzir e disseminar conteúdos, programas e ferramentas para a formação inicial e continuada a distância; difundir o uso das TICs no ensino público, estimulando o domínio das novas linguagens de informação e comunicação junto aos educadores e alunos das escolas públicas.
A SEED foi criada, em 1996, com a missão de atuar como agente de inovação dos processos de ensino-aprendizagem, fomentando a incorporação das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e da educação a distância aos métodos didático-pedagógicos das escolas públicas.
Entre os objetivos da SEED, destacam-se, os que seguem: formular, fomentar e implementar políticas e programas de educação a distância (EAD), visando à universalização e democratização do acesso à informação, ao conhecimento e à educação; fomentar a pesquisa e a inovação em tecnologias educacionais, por meio de aplicações de TICs aos processos didático-pedagógicos; desenvolver, produzir e disseminar conteúdos, programas e ferramentas para a formação inicial e continuada a distância; difundir o uso das TICs no ensino público, estimulando o domínio das novas linguagens de informação e comunicação junto aos educadores e alunos das escolas públicas.
Ensino superior a distância no Brasil: Políticas públicas. Autor (-a/s) Maria Luisa Furlan Costa estratégias de gestão disponível em: http://www.cibersociedad.net/congres2006/gts/comunicacio.php?id=374&llengua=ga. Acessado em: agosto de 2011.
Considerações iniciais
Com relação ao texto acima acredito que não há quem possa ir contra a proposta, é visível que esse sistema esta de fato tentando buscar uma alternativa para que seus objetivos sejam de fato atingidos, porem a muito para se fazer e conquistar ainda, usar alternativa que transpasse o teórico do papel e tire a impressão de um sistema igual ao que para no tempo como já ocorrido com muitos outros. De acordo com o texto de origem, a SEED está organizada em departamentos que apresentam funções específicas, sendo os Departamentos de Políticas em Educação a Distância (DPED), o de Infra Estrutura Tecnológica (DITEC) e o de Produção e Capacitação em Programas de Educação a Distância (DPCEAD). Ao Departamento de Políticas em Educação a Distância (DPEAD). No entanto, não é possível que um sistema com essa quantidade de departamento deixa a desejar aos que almejam esta ação de forma segura, de qualidade, ou seja, “100%” positiva.
Tatiane Póvoa fala no (fórum) da desvalorização dos tutores, que ganham baixos salários em um sistema de bolsa e no qual o título tutor da à impressão de algo não seguro e incerto, pois até o presente momento ser tutor não caracteriza de fato uma profissão reconhecida, ela diz que Já viu bons cursos EaD e já viu péssimos cursos EaD, tanto quanto já viu bons cursos presenciais e péssimos cursos presenciais. O fato é que um bom curso, tanto faz ser presencial ou a distância precisa de investimento e de pessoas capacitadas e comprometidas (Tatiane Póvoa Fórum).
Tatiane Póvoa fala no (fórum) da desvalorização dos tutores, que ganham baixos salários em um sistema de bolsa e no qual o título tutor da à impressão de algo não seguro e incerto, pois até o presente momento ser tutor não caracteriza de fato uma profissão reconhecida, ela diz que Já viu bons cursos EaD e já viu péssimos cursos EaD, tanto quanto já viu bons cursos presenciais e péssimos cursos presenciais. O fato é que um bom curso, tanto faz ser presencial ou a distância precisa de investimento e de pessoas capacitadas e comprometidas (Tatiane Póvoa Fórum).
Fátima Ribeiro (Fórum) fala que políticas públicas eficientes devem unir esforços entre o poder municipal, estadual e federal, ao invés de competirem entre si; outro aspecto é partir da realidade local, respeitando-a e propondo soluções a partir dela. Beatriz Moreno (Fórum) reforça a idéia dizendo que a gestão escolar, deveria consistir e existir a vontade de que cada unidade escolar crie o seu projeto de acordo com as suas necessidades e realidade, e que, essa não é a realidade, mesmo com a formação dos gestores, diretores, orientadores a questão é de continuidade e investimentos.
Diante dessa idéia será que o (DPCEAD). Departamento de Produção e Capacitação em Programas de Educação a Distância ligada diretamente ao SEED, formula projetos dentro dessa visão? Entre os objetivos da SEED, destacam-se, os que seguem: formular, fomentar e programar políticas e programas de educação a distância (EAD), visando à universalização e democratização, Valter de A. Gomes (fórum) diz que: Certamente a propaganda não tem sido a alma desse negócio. Tem faltado divulgação dessa oportunidade, o que ampliará o acesso a essa modalidade de ensino.
Acredito que as políticas para EAD, a inovação é o próprio sistema, cabe a própria instituição investir em divulgação desses cursos com apoio do próprio aluno, hoje é tão fácil, a mídia digital é uma grande aliada para que coloque tudo isso em prática. O próprio nome da instituição pode fazer diferenças para a propagação e com elas boas conseqüências a começar com a valorização desse sistema.
Discordo da colocação da Simone da Silva. (Fórum) quando ela diz: “penso ser interessante a criação de uma política pública que estabeleça também parcerias com instituições de ensino privado”. Discordo pelo fato de Saber que a maioria das universidades já é privada, e obviamente por ser privada a abusos nas aberturas desse sistema sem nenhuma qualidade.
Acredito que para coibir os abusos das instituições de ensino ao ofertar cursos a distância, é preciso acabar com o capitalismo acadêmico. O capitalismo acadêmico age contra o ensino epistemológico, pois, ha uma definição de objetivos que provocam mudanças no conhecimento, diante desse fato tão visível, o crescimento desmedido de ofertas de educação a distancia e presenciais, deve ser preocupante, pois, mexe com a qualidade de ensino/aprendizagem desses cursos.
Acredito que a solução esta em resolver a raiz do problema, que é o ensino epistemológico inadequado dos cursos ofertados, não somente a nível EAD, mas também nos cursos presenciais. Diante disso, a postura que o governo deve tomar, vai mais além. Acredito que o ideal seria uma atitude de modo que a desigualdade social não seja peneirada. Ao invés disso, uma das medidas seria levar pessoas aptas a determinados cursos para as universidades, independente de sua condição social ou econômica. Isso não quer dizer excluir e sim fazer com que cada estudante alcance por mérito e merecimento seu curso pretendido, no entanto, é uma questão de perseverança e ousadia do próprio aluno e não exclusão da escola. Temos que perder a mania de achar que as instituições de cursos superiores só excluem, quando na verdade, ela deve de fato selecionar por capacidade e não por condição sócia econômica. Essa ação automaticamente derrubaria essa engrenagem de crescimento desmedido de ofertas de cursos sem qualidade, porque a própria oferta de cursos privado já é um capitalismo acadêmico.
Acredito que para coibir os abusos das instituições de ensino ao ofertar cursos a distância, é preciso acabar com o capitalismo acadêmico. O capitalismo acadêmico age contra o ensino epistemológico, pois, ha uma definição de objetivos que provocam mudanças no conhecimento, diante desse fato tão visível, o crescimento desmedido de ofertas de educação a distancia e presenciais, deve ser preocupante, pois, mexe com a qualidade de ensino/aprendizagem desses cursos.
Acredito que a solução esta em resolver a raiz do problema, que é o ensino epistemológico inadequado dos cursos ofertados, não somente a nível EAD, mas também nos cursos presenciais. Diante disso, a postura que o governo deve tomar, vai mais além. Acredito que o ideal seria uma atitude de modo que a desigualdade social não seja peneirada. Ao invés disso, uma das medidas seria levar pessoas aptas a determinados cursos para as universidades, independente de sua condição social ou econômica. Isso não quer dizer excluir e sim fazer com que cada estudante alcance por mérito e merecimento seu curso pretendido, no entanto, é uma questão de perseverança e ousadia do próprio aluno e não exclusão da escola. Temos que perder a mania de achar que as instituições de cursos superiores só excluem, quando na verdade, ela deve de fato selecionar por capacidade e não por condição sócia econômica. Essa ação automaticamente derrubaria essa engrenagem de crescimento desmedido de ofertas de cursos sem qualidade, porque a própria oferta de cursos privado já é um capitalismo acadêmico.
A universidade deve ser um espaço genuíno de conhecimento e constante, ousado e diferente do capitalismo, o ideal seria haver o aumento de universidades publicas e não privadas, sendo assim uma das maiores medidas a ser tomadas, seria a redução e a proibição de aumentos numéricos de universidades privadas, uma das ações cabíveis a essas atitudes poderiam partir da SEED.
Considerações finais
A eventualidade ou ação executada pelos debatedores do assunto aqui apresentado, objetiva orientar, reorientar ou estimular uma ou mais ações de melhoria, sobre as ações futuras ou executadas anteriormente e que é fundamental para essas melhorias. No entanto a EAD passa também a ter o objetivo de se adequar às novas exigências da sociedade e do mercado de trabalho, a investigação da realidade do aluno e suas percepções deve ser o ponto de partida desse processo às necessidades educacionais atuais.
Finalizo deixando aqui uma pergunta para reflexão: As medidas atuais estão ampliando a oferta de ensino EAD ou segue a mesma tendência de decréscimo de encolhimento da rede pública?
Eliane Nogueira Pereira.
· Ref. Ensino superior a distância no Brasil: Políticas públicas. Autor (-a/s) Maria Luisa Furlan Costa estratégias de gestão disponível em: http://www.cibersociedad.net/congres2006/gts/comunicacio.php?id=374&llengua=ga. Acessado, agosto 2011.
· Tatiane Póvoa, Beatriz Moreno e Valter de A. Gomes participantes do fórum da disciplina: Gestão de Cursos à Distância - 4.2011, LANTE, UFF disciplina: Políticas Publicas para EAD. Grupo 10.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Se quiser copiar trechos dos textos, cite o nome da autora.
(PREIRA. Eliane Nogueira 2010/2011). Plagio é crime...Lei nº 9.610/98 – a Lei de Direitos Autorais.